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	<title>Casa da Cultura Digital</title>
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		<title>Lançamento Arte Fora do Museu</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 15:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grifo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quinta-feira, 19h, lançamento oficial do site e do aplicativo Arte Fora do Museu. Com comes preparados pelo super chef Eriba]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2011/10/header.jpg"><img class="size-full wp-image-1049 aligncenter" style="margin: 25px;" title="header" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2011/10/header.jpg" alt="" width="614" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p>As cidades têm histórias invisíveis nas ruas. Edifícios, esculturas, grafites e murais são exemplos de obras de arte que passam despercebidas pelas pessoas, mas que transformam as cidades em museus a céu aberto. O projeto Arte Fora do Museu (www.arteforadomuseu.com.br) leva essas informações ao público de maneira gratuita e acessível.</p>
<p>São Paulo foi a primeira cidade do projeto de mapeamento de pinturas, esculturas, construções arquitetônicas e grafites em espaços públicos. Utilizando o google maps, cada obra foi posicionada e junto a ela foi inserida uma interface repleta de informações. Um breve texto sobre aquele ponto, comentário de um especialista, fotos, áudios e um vídeo trazem o contexto sobre a arte que está no espaço público. O site e o celular se transformam em um guia artístico da cidade. Sobretudo os smart phones: o aplicativo e a versão para celular do site reconhece a posição do usuário e indica quais obras estão mais próximas. O conteúdo jornalístico de pesquisa e análise compõem um material que ajuda o cidadão a (re)descobrir o lado artístico da cidade.</p>
<p><strong>Arte Fora do Museu no Brasil</strong><br />
Depois de São Paulo, já existe um projeto para ampliar o mapeamento para diversas outras cidades do país. Rio de Janeiro deverá ser a próxima capital, inclusive com a tradução para outras línguas.</p>
<p>Lançamento oficial<br />
Na quinta-feira (27) ocorre o lançamento oficial do site e do aplicativo, com um evento na Casa da Cultura Digital. Entre os convidados, estão vários dos especialistas e artistas entrevistados para o projeto, realizadores e apoiadores.</p>
<p><strong>Como surgiu a ideia?</strong><br />
O projeto foi concebido e realizado pelos jornalistas Felipe Lavignatti e Andre Deak, e foi selecionado pela Bolsa Funarte de Reflexão Crítica e Produção Cultural para Internet em 2010, permitindo que alguns custos de desenvolvimento fossem cobertos.</p>
<p><a href="http://www.jornalismodigital.org/2011/07/making-of-arte-fora-do-museu/" target="_blank">Um making of mais detalhado sobre como surgiu e foi realizado o Arte Fora do Museu foi publicado no site www.jornalismodigital.org</a></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento oficial na<strong> Casa da Cultura Digital</strong><br />
Quinta-feira, dia 27, 19 horas</p>
</div>
<div>Rua Vitorino Carmilo, 459<br />
Barra Funda – São Paulo – SP<br />
Fone: +55 (11) 3662 0571<br />
<a href="http://www.casadaculturadigital.com.br/2009/11/onde-estamos/">http://www.casadaculturadigital.com.br/2009/11/onde-estamos/</a></p>
<p>site do projeto:<br />
<a href="http://arteforadomuseu.com.br/">http://arteforadomuseu.com.br</a></p>
<p>aplicativo na apple store:<br />
<a href="http://itunes.apple.com/us/app/arte-fora-do-museu/id470340090?mt=8">http://itunes.apple.com/us/app/arte-fora-do-museu/id470340090?mt=8</a></p>
<p><strong>Contato para entrevistas e/ou informações</strong><br />
Entre em contato via caixa de comentários e respondemos imediatamente.</p>
</div>
<div><a href="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2011/10/footer.jpg"><img class="size-full wp-image-1050 aligncenter" title="footer" src="http://www.jornalismodigital.org/wp-content/uploads/2011/10/footer.jpg" alt="" width="614" height="173" /></a></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Festival CulturaDigital.Br</title>
		<link>http://www.casadaculturadigital.com.br/2011/10/festival-culturadigital-br/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 15:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grifo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais do que um evento para exposição de ideias e projetos, o Festival CulturaDigital.Br é um momento de encontro de agentes da cultura digital brasileira com seus pares no mundo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p lang="pt-BR">Mais do que um evento para exposição de ideias e projetos, o <a href="http://culturadigital.org.br">Festival CulturaDigital.Br</a> é um momento de encontro de agentes da cultura digital brasileira com seus pares no mundo. São realizadores, produtores, ativistas que atuam na intersecção entre cultura, política e tecnologia, promovendo inovações.</p>
<p lang="pt-BR">De <strong>02 a 04 de dezembro</strong>, o MAM-Rio e o Cine Odeon, no Rio de Janeiro, serão ocupados por palestras, debates, encontros, atividades mão na massa, exibições e performances artísticas. A proposta é articular referências e redes expressivas no Brasil e no mundo, a partir de questões relevantes da conjuntura nacional e global – como a função da propriedade intelectual na era do conhecimento e os avanços do movimento software livre, que integram a essência da cultura digital.</p>
<p lang="pt-BR">A terceira edição do Festival CulturaDigital.Br emerge no cenário de massificação e apropriação das tecnologias por jovens realizadores com um perfil marcante: eles não se encaixam no que compreendemos sobre organizações e nem estão ligados a filiações ideológicas rígidas. Também estão muito mais preocupados com a prática e o processo, descrevendo e transformando a realidade.</p>
<p lang="pt-BR">Neste debate, técnica e política jamais podem ser observadas em blocos separados. Não se trata de um movimento de negação da política, mas de confrontação das estruturas caducas. O Festival CulturaDigital.Br é uma realização da Casa da Cultura Digital com patrocínio da Petrobras e da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, através da Lei de Incentivo à Cultura daquele Estado.</p>
<p><strong>Chamada Pública</strong></p>
<p>Para compor a programação do Festival foi lançada uma Chamada Pública que recebeu projetos do mundo inteiro. Durante o mês de setembro, coletivos, ativistas, produtores, organizações, universidades e interessados nos temas do festival apresentaram 365 propostas para a programação do evento.</p>
<p>Além de 230 propostas brasileiras, com grande destaque para iniciativas que atuam com comunidades indígenas e trabalhos desenvolvidos em universidades, a organização do festival se surpreendeu com a grande repercussão da chamada pública no exterior. Mais de 130 propostas provenientes de países como Alemanha, Argentina, Austrália, Bolívia, Canadá, Cingapura, Chile, China, Colômbia, Croácia, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Estônia, França, Grécia, Holanda, Itália, México, Moçambique, Nova Zelandia, Panamá e Portugal foram inscritas no site do evento. Para conhecer os projetos inscritos, acesse: <a href="http://culturadigital.org.br/#!/chamada-publica/projetos-inscritos" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">http://culturadigital.org.br/#!/chamada-publica/projetos-inscritos</span></a><br />
A programação oficial começará a ser divulgada no site a partir do dia 20 de outubro. Aguarde!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.casadaculturadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/avatar_petrobras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-674" title="avatar_petrobras" src="http://www.casadaculturadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/10/avatar_petrobras.jpg" alt="" width="640" height="640" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Doações para Wikileaks aqui</title>
		<link>http://www.casadaculturadigital.com.br/2011/09/doacoes-para-wikileaks-aqui/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 22:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grifo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o embargo sobre o Wikileaks, a Casa da Cultura Digital ajuda você a levar sua contribuição para eles]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">O WikiLeaks está sob embargo econômico, sem poder receber   doações pelo PayPal, Visa ou Mastercard. Nos EUA você pode  doar  dinheiro para a Klu Klux Klan e não para o Wikileaks.</p>
<p style="text-align: left;">Para furar esse esquema, o WikiLeaks buscou organizações locais para receberem as doações em nome deles.</p>
</blockquote>
<div>A casa de Cultura Digital vai receber cheques para o WikiLeaks aqui no Brasil. Os cheques devem ser nominais ao WikiLeaks ou  Wau Holland Foundation.</div>
<blockquote>
<div>
<p>O endereço é:</p>
<p>Rua Vitorino Carmilo, 459</p>
<p>Barra Funda – São Paulo – SP</p>
<p>Cep: 01153-000<br />
Fone: <a href="tel:%2B55%20%2811%29%203662%200571" target="_blank">+55 (11) 3662 0571</a></p>
</div>
<p style="text-align: left;">No  Brasil não há conta bancária para doações. Quem quiser fazer  transferências ou doações online deve consultar as opções disponíveis  neste link: <a href="http://shop.wikileaks.org/donate#dbank" target="_blank">http://shop.wikileaks.org/donate#dbank</a></p>
</blockquote>
</div>
<p><a href="http://www.casadaculturadigital.com.br/2009/11/onde-estamos/" target="_blank">Veja onde estamos.</a></p>
<p><a href="http://www.casadaculturadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/09/wikileaks.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-668" title="wikileaks" src="http://www.casadaculturadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/09/wikileaks.jpg" alt="" width="895" height="720" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A colaboração move montanhas</title>
		<link>http://www.casadaculturadigital.com.br/2011/08/a-colaboracao-move-montanhas/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 16:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grifo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Discussões]]></category>

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		<description><![CDATA[Questionamentos sobre o conceito de "colaboração" envolvendo a cultura digital e a obra do artista Francis Alÿs, por Thiago Carrapatoso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.casadaculturadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Screen-Shot-2011-08-31-at-12.05.50-PM.png"><img class="size-full wp-image-599 aligncenter" title="Francis Alÿs, &quot;When Faith Moves Mountains&quot;" src="http://www.casadaculturadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Screen-Shot-2011-08-31-at-12.05.50-PM.png" alt="" width="443" height="298" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Thiago Carrapatoso</em></strong></p>
<p>O hype da cultura digital trouxe às discussões mais plurais o tema da colaboração e do estar em conjunto, no coletivo, na busca para achar o equilíbrio entre o que eu quero e o que as outras pessoas ao meu redor podem acrescentar. O tema virou título de <a href="http://www.ted.com/talks/clay_shirky_on_institutions_versus_collaboration.html">palestras ao redor do mundo</a>, até sendo descritivo de uma geração inteira – mesmo que os cunhadores de tal falácia terem apenas designado uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geração_Y">única letra do alfabeto</a> para descrever todos. Colaboração é, hoje, o grande assunto da vez. Empresas e mais empresas querem estar ao lado do significado lindo e singelo da palavra. Seres humanos com um pouco mais de virtuosidade para enteder seu próprio umbigo querem o conceito para enriquecer ainda mais os bolsos. É o “goodwashing”, ou seja, vamos lavar todos os nossos malefícios recebendo este selo de qualidade e de “bom cristão” que colabora com todos.</p>
<p>Não.</p>
<p>O <a href="http://www.urbandictionary.com/define.php?term=hype">hype</a> é apenas o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ikzC29rV75A">hype</a>. Daqui a pouco é <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QW0i1U4u0KE">substituído por outro</a>. É a palavra do ano, da década ou até do século. Mas tem data para acabar. Essa emergência latente que a sociedade emana é captada por alguns seres provindos de sensibilidade única, que lançam uma luz aos anseios mais insignificantes da real grande questão humana: a vida. São eles que farejam o próximo acontecimento, a próxima necessidade, a próxima inquietação, a próxima verdade. O artista é, então, um catalisador, uma antena, um tradutor.</p>
<p>Digo tudo isso porque hoje me deparei com uma obra do artista belga <a href="http://www.francisalys.com/">Francis Alÿs</a> de 2002, que demonstra muitas discussões que temos hoje em dia com a democratização do acesso à rede. Alÿs, para realizar a obra “<a href="http://www.francisalys.com/public/cuandolafe.html">When Faith Moves Mountains</a>”, recrutou 500 pessoas para irem até uma duna em Lima, no Peru, e cavassem para movê-la em 10 cm para o lado. Com um simples movimento de pá de cada um, a duna seria realocada por causa da colaboração de todos. Na obra não interessa o resultado ou quantos centímetros a duna se moveu – ou se realmente ela chegou a se mexer -, mas o processo colaborativo por trás de todo princípio. Não foi algo fácil ou simples de se realizar. O sol quente e difícil coordenação de tantas pessoas juntas fizeram a tarefa ser um pouco ingrata, como se pode ver pelos depoimentos no vídeo. Mas o poder de mudança e de reestruturação quando se reúnem diversas pessoas para o mesmo fim está lá. É a mesma ideia que hoje se discute(ia?) tanto por causa das ferramentas disponíveis na internet.</p>
<p>Ressaltando: este vídeo foi gravado em 2002.</p>
<p>Há quase 10 anos, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Orkut">Orkut</a> ainda nem tinha sido criado e o Creative Commons mal tinha lançado seu <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Creative_Commons">primeiro pacote de licenças</a>. A discussão, então, sobre como cooperar para um determinado fim, se ela existiu, ainda era embrionária. Mesmo assim, visível na obra de Alÿs.</p>
<p>Muito desse ineditismo e pioneirismo presentes no conceito de artista pode ser explorado quando o assunto é a arte digital (ou, traduzindo do termo em inglês, arte das novas mídias). Os artistas possuem intrinsicamente o papel de desbravadores do suporte. São eles que desconstróem e tentam entender até que ponto aquele determinado meio pode ser explorado para além do que ele já é conhecido. Os artistas dão (ou tentam dar) o próximo passo, que, depois, será revertido para a sociedade e inserido no cotidiano como algo comum.</p>
<p>Mas, voltando às obras de Alÿs, é interessante ver também a preocupação do artista em liberar suas obras para download e o remix, permitindo com que qualquer um se apodere do material coletado e o transforme em um outro, colaborando com a construção e demonstração do próprio conceito e questão debatidos.</p>
<p>Dois museus aqui de Nova Iorque, o <a href="http://moma.org/visit/calendar/exhibitions/1104">MoMA</a> e o <a href="http://ps1.org/exhibitions/view/322">PS1</a>, expuseram recentemente algumas de suas obras para celebrar a aquisição do material. E como diz o descritivo do evento: “estes trabalhos apresentam uma investigação dos métodos de ações sociais, de ensaios e reatuções no ambiente urbano que questionam as políticas dos espaços públicos e até a participação coletiva em larga escala, na qual o resultado de pequenos atos atingem proporções míticas.”</p>
<p>E é interessante ver como a formação de uma linha por centenas de pessoas podem remeter à expansão territorial de um povo latente por mudança. Não é só o ideal de tirar uma duna e levá-la 10 cm ao lado. É a demonstração real de uma expansão social desenfreada, que modifica a paisagem de forma desestruturada, porém coletiva.</p>
<p>Um outro artista, o <a href="http://www.edwardburtynsky.com/">Edward Burtynsky</a>, gravou um filme chamado “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Manufactured_Landscapes">Manufactured Landscapes</a>”, ou seja, paisagens fabricadas, em que demonstra a ação do homem na alteração das paisagens de que nos cerca. A paisagem, aqui, não é apenas aquela construída pela natureza, mas sim pela mão humana, como fábricas chinesas gigantescas ou áreas de exploração intensa de petróleo. Alguns questionamentos de Alÿs são levados à extrema potência nos trabalhos de Burtynsky. Qual é o limiar entre o natural e o artificial? O que é a modificação da paisagem? E o que é o coletivo?</p>
<p>Para este texto, porém, o mais importante é a questão latente da colaboração ainda no príncipio do milênio e como isso tem a ver, mesmo que indiretamente, com a construção de uma cultura digital atual, em que pás são distribuídas democraticamente a qualquer um interessado e montanhas são movidas a cada segundo para distâncias cada vez maiores. A paisagem é modificada com simples linhas de códigos. E remodificada com uma linha a mais escrita por alguém em um país bem distante do seu.</p>
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		<title>Partiu o ônibus hacker!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 22:12:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grifo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agência Pública]]></category>
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		<description><![CDATA[Conseguimos! Através da colaboração de parceiros, amigos, desconhecidos e anônimos, levantamos R$ 40 mil para o ônibus hacker da Casa da Cultura Digital!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguimos! Através da colaboração de parceiros, amigos, desconhecidos e anônimos, <a href="http://catarse.me/pt/projects/167-onibus-hacker" target="_blank">levantamos R$ 40 mil para o ônibus hacker</a> da Casa da Cultura Digital!</p>
<p>A idéia é comprar um ônibus de viagem de aproximadamente 48 lugares, usado, porém em bom estado. Esse ônibus será modificado, e incluirá webcam, conexão 3G e GPS, o que permitirá aproveitar o trajeto das viagens para concretizar os diversos projetos articulados na comunidade <strong>Transparência Hacker</strong>, além de viabilizar o acompanhamento e participação à distância de quem não estiver no ônibus. O percurso deixará de ser um tempo inútil e cansativo para se tornar um momento propício para ter ideias e por a “mão na massa”.</p>
<p>Temos uma série de projetos engatilhados que vão fazer pleno uso do ônibus:</p>
<h2>Consocial</h2>
<p>Durante o fim de 2011 e o começo de 2012 vão acontecer as diversas etapas da Conferência Nacional de Transparência, Participação e Controle Social. Essa conferência pública é um espaço importantíssimo para discutir e disputar a idéia de uma nova política possível e de uma nova forma de compreender transparência – mais ampla do que o mero controle de gastos e luta contra corrupção.</p>
<p>A Transparência Hacker quer estar presente em quantas dessas etapas forem possíveis com os membros da comunidade, levando noções de Dados Abertos, Hackerismo, Cultura Digital, Software Livre e outras idéias importantes para entender o novo contexto da informação.</p>
<h2>Invasões Hackers</h2>
<p>Proposta para 2012, a idéia é visitar pequenos munícipios (5.000 habitantes) levando Install Fest, Hackday, Workshops de Desenvolvimento e outras atividades – concentradas em um final de semana – para chacoalhar a realidade local. Por que concentradas em um final de semana? Há atividades que podem durar mais, o tempo depende de cada uma delas.</p>
<p>Um dos workshops propostos é baseado na lei orgânica presente na maioria dos munícipios que permite ao cidadão apresentar um projeto de lei coletando assinatura de cerca de 5% dos eleitores da cidade. A idéia é fazer um processo colaborativo na praça pública que culmine em projetos de lei que respondam as necessidades daquelas pessoas e um posterior acompanhamento desse processo através da rede.</p>
<p>Agenda de viagens proposta:</p>
<ul>
<li>Transparência Hackday Uruguai: Uruguai – Ago/2011</li>
<li>Fórum de Cultura Digital: Rio de Janeiro – Nov/2011</li>
<li>Consocial – Etapas Estaduais: Nov/2011-Abr/2012</li>
<li>Campus Party 2012: São Paulo – Jan/2012</li>
<li>Consocial – Etapa Nacional: Brasilia – Mai/2012</li>
</ul>
<h2>Por que um ônibus?</h2>
<p>Autonomia. No mês de maio, participamos do CONSEGI – Congresso de Software Livre e Governo Eletrônico em Brasilia. Fomos de carona em um ônibus articulado pela comunidade de Software Livre da POLI-USP. A experiência foi sensacional e fomos hackeando e criando aplicativos durante todo o trajeto. Estes são alguns dos projetos que fizemos durante oCONSEGI:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.chequeurl.com.br/" target="_blank">ChequeURL</a> que brinca um pouco com os encurtadores de URL, mas procura por nomes de empresas no Brasil e cruza com informações de bancos de dados públicos. Se você cola uma notícia como <a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,petroleo-em-aguas-profundas-e-os-recursos-humanos,65969,0.htm" target="_blank">essa</a> o resultado será <a href="http://www.chequeurl.com.br/?url=http%3A%2F%2Feconomia.estadao.com.br%2Fnoticias%2Feconomia%2Cpetroleo-em-aguas-profundas-e-os-recursos-humanos%2C65969%2C0.htm" target="_blank">esse</a> uma página que lista a relação dessa empresa com o governo e quanto ela doou em campanha nas eleições de 2010.</li>
</ul>
<ul>
<li>Dashboard de tramitação de projetos de lei, que é baseado na brincadeira do jogo da vida, e pretende mostrar quanto tempo um projeto de lei ficou parado em tal lugar, permitindo que qualquer pessoa acompanhe seu andamento. Eis o <a href="http://apps.thacker.com.br/dashboard-tramitacao/history/61183" target="_blank">link</a></li>
</ul>
<ul>
<li>Mapa da Violência do Rio Grande do Sul: nesse hack, usamos dados daSSP-RS para colocar mais visivelmente as ocorrências policiais do estado do RS em um mapa. Nesse <a href="http://gonod.softwarelivre.org/dadosabertos/" target="_blank">link</a> você consegue visualizar todos os municípios do Rio Grande do Sul e estatísticas do volume de ocorrências policiais no ano de 2010.</li>
</ul>
<ul>
<li>Agenda Pública, uma visualização dos calendario de gastos de diárias do Gabinete do Ministério da Cultura nos primeiros meses de <a href="http://apps.thacker.com.br/agendapublica/" target="_blank">2011</a></li>
</ul>
<ul>
<li>Otoridades: Você sabe com quem está falando? ( <a href="http://otoridades.com.br/" target="_blank">http://otoridades.com.br/</a> ) que pretende coletar relatos de abuso de poder em todo país de forma anônima. O Ônibus Hacker vai aumentar a mobilidade da comunidade, permitir que a rede se espalhe por outras cidades, além de aproveitar o ambiente único de interação e criatividade que se forma nos percursos.</li>
</ul>
<h2>Sobre a Transparência Hacker</h2>
<p>A comunidade Transparência Hacker é um espaço para que desenvolvedores web, jornalistas, designers, gestores públicos e outros indivíduos dos mais diferentes perfis proponham e articulem ideias e projetos que utilizem a tecnologia de forma criativa para fins de interesse da sociedade.</p>
<p>Trabalhamos primariamente com dados governamentais abertos, promovendo ações que evidenciam a importância desses dados e fazendo pressão para que os organismos do governo brasileiro adotem medidas de liberação de dados públicos em formatos abertos. Acima de tudo, provocamos e buscamos evidenciar questões sociais e políticas através da ressignificação de informações existentes, mas que ainda são de difícil acesso para a sociedade em geral.</p>
<ul>
<li>Na lista: <a href="http://groups.google.com/group/thackday" target="_blank">http://groups.google.com/group/thackday</a></li>
<li>No site: <a href="http://www.thacker.com.br/" target="_blank">http://www.thacker.com.br/</a></li>
<li>No Google: <a href="http://www.google.com.br/search?q=%22transparencia+hacker%22" target="_blank">http://www.google.com.br/search?q=%22transparencia+hacker%22</a></li>
<li>No Estadão:<a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110516/not_imp719678,0.php" target="_blank">http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110516/not_imp719678,0.php</a></li>
<li>No Nassif: <a href="http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/hackers-e-a-transparencia" target="_blank">http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/hackers-e-a-transparencia</a></li>
<li>Na Rádio CBN: <a href="http://download.sgr.globo.com/sgr-mp3/cbn/2011/noticias/vchaia_110517.mp3" target="_blank">http://download.sgr.globo.com/sgr-mp3/cbn/2011/noticias/vchaia_110517.mp3</a></li>
<li>Na Tv Brasil: <a href="http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/video/16110/" target="_blank">http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/video/16110/</a></li>
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		<title>Rádio Tatu Peba no ar</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 19:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grifo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatu Peba Produções]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Música brasileira na rede! www.radiotatupeba.com Todo dia, das 12h às 00h, a Rádio Tatu Peba disponibiliza as melhores músicas da produção nacional. É música brasileira ecoando nos buracos virtuais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Música brasileira na rede! <a href="www.radiotatupeba.com" target="_blank">www.radiotatupeba.com</a></p>
<p>Todo dia, das 12h às 00h, a Rádio Tatu Peba disponibiliza as melhores músicas da produção nacional. É música brasileira ecoando nos buracos virtuais.</p>
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		<title>Araguaia:“Estamos mais perto da verdade”</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 14:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grifo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agência Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A juíza Solange Salgado está otimista com as próximas buscas pelos restos mortais dos desaparecidos na região do Araguaia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Marina Amaral, de Brasília/</strong></em><em><strong><a href="http://apublica.org/">Pública</a></strong></em></p>
<p>Interrompidas pelas chuvas de verão no final do ano passado, as buscas do GTT – Grupo de Trabalho Tocantins – pelos restos mortais dos desaparecidos na região do Araguaia durante a guerrilha (1972-1975) devem trazer resultados nas próximas expedições, que se iniciam em maio. “Continuamos enfrentando a resistência dos comandantes em entregar à Justiça os documentos exigidos, mas depoimentos de camponeses e militares trouxeram pistas importantes, que podem finalmente nos levar ao paradeiro de corpos nessa nova etapa”, disse à <em>Pública</em> a juíza Solange Salgado, da 1a Vara da Justiça Federal, em Brasília.</p>
<p>Embora não possa revelar detalhes dos depoimentos para não expor os informantes a riscos e pressões, a dra. Solange não disfarçou seu otimismo em conversas com a <em>Pública</em> nos últimos dias: “Estamos mais perto da verdade”, afirmou a juíza que esteve na região durante a última expedição, que se encerrou no final de outubro de 2010. O  GTT, comandado pelo ministério da Defesa, foi constituído em 2009 para cumprir a sentença proferida em 2003 pela juíza federal, em processo movido por familiares dos guerrilheiros mortos desde 1982. Até o momento, as buscas do GTT resultaram na localização de dois corpos ainda não identificados.</p>
<p>Os principais depoimentos de militares de baixa patente e camponeses, que ainda hoje vivem na região, no que se refere ao paradeiro dos corpos, são dos que participaram ou presenciaram fatos ocorridos durante a “Operação Limpeza”, ocorrida entre o final de 1974 e 1976. Muitos relatam a retirada de corpos nesse período, enterrados nos cemitérios de Xambioá e Marabá – e em outros locais da região onde presos foram torturados e mortos como a “Casa Azul” e as bases de Xambioá e Bacaba – que teriam sido embalados em sacos de lona e jogados na mata por helicópteros da Aeronáutica,<em><strong><a href="http://apublica.org/?p=239"> (veja reportagem a seguir). </a></strong></em>Os relatos também são insistentes em outro ponto: o grande número de assassinatos de camponeses, acusados de colaborar com a guerrilha.</p>
<p><strong>Centenas de camponeses mortos</strong></p>
<p>As informações mais recentes obtidas pelo GTT – incluindo as realizadas por uma equipe da Justiça Federal – apontam para três conclusões até o momento: 1- apesar das sucessivas operações “limpeza” – que também ocorreram nas décadas de 1980 e 1990 -, os corpos continuam no Araguaia, em locais de difícil acesso; 2- o número de camponeses mortos pelas Forças Armadas e policiais da repressão é muito maior do que se tem notícia (“centenas”, segundo o ouvidor do GTT, Paulo Fonteles; “um número bem maior do que de guerrilheiros mortos”, segundo a juíza); 3- ainda hoje militares envolvidos no conflito monitoram a região para intimidar testemunhas e dificultar a localização dos corpos que, no entanto, não foram queimados nem retirados da região.</p>
<p>A intimidação das testemunhas, aliás, ocorre também durante as expedições do GTT, coordenada pelo Ministério da Defesa, que além dos necessários peritos e especialistas civis e militares, conta com mais de quarenta militares atuando no setor de “logística” da operação. “A chegada ostensiva de dezenas de homens fardados, armados, em uma região traumatizada inibe as testemunhas”, diz Diva Santana, representante dos familiares no Comitê de Supervisão do GTT – criado, exatamente, em virtude da reclamação dos parentes dos desaparecidos sobre a composição do grupo. Também há relatos de ameaças recentes sofridas por camponeses e ex-soldados que continuam vivendo na região <a href="http://apublica.org/?p=239">(<em>veja reportagem a seguir).</em></a></p>
<p>Para evitar o aparato militar, uma equipe se deslocou de forma mais discreta, concentrando-se nos depoimentos dos que participaram das operações “limpeza” de 1975, enquanto as demais equipes ouviram principalmente os relatos históricos da guerrilha. Do trabalho dessa equipe, e de depoimentos ouvidos pela juíza em seu gabinete em Brasília é que vieram as informações que guiarão as próximas buscas.</p>
<p>“Tenho um princípio: recebo todo mundo que quer falar sobre o Araguaia”, explica a juíza Solange Salgado. “Tem gente que me procura dizendo ‘não quero morrer levando este segredo” e outros que têm medo de serem comprometidos no futuro”, diz. “Esse tem se mostrado um caminho bem mais promissor do que os documentos, até hoje não entregues pelas Forças Armadas”, afirma.</p>
<p>Leia mais:  <a href="http://apublica.org/?p=239">“Houve mais camponeses mortos no Araguaia do que se fala”, diz mateiro do Exército</a></p>
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		<title>Pública: jornalismo independente</title>
		<link>http://www.casadaculturadigital.com.br/2011/04/publica-jornalismo-investigativo-e-independente/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 18:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grifo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agência Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[A agência de jornalismo investigativo e independente, Pública, fundada por Marina Amaral, Natália Viana e Tatiana Merlino, acaba de se juntar à Casa da Cultura Digital]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A agência de jornalismo investigativo, Pública, fundada por Marina Amaral, Natália Viana e Tatiana Merlino, acaba de se juntar à Casa da Cultura Digital. O objetivo é produzir reportagens aprofundadas e independentes sobre temas de interesse público, que possam ser livremente reproduzidas pela mídia impressa e digital.</p>
<p>Inspirada nos centros de jornalismo investigativo internacionais, a ideia nasceu há alguns anos e tomou forma a partir da experiência de Natália Viana como parceira do Wikileaks, trazendo os documentos vazados para o Brasil. Percebemos nesse episódio a oportunidade de contribuir com o fortalecimento dos veículos independentes e instigar a mídia tradicional – que vem perdendo fôlego na produção da grande reportagem.</p>
<p>Nosso compromisso é com a defesa dos direitos da maioria da população, através da disseminação de reportagens rigorosamente apuradas sobre aplicação e desvio de dinheiro público, abuso de poder econômico, violação de direitos humanos, desigualdade social e outros temas relevantes para qualificar a democracia brasileira.</p>
<p>Trabalhamos com parceiros de diversos países, que tem o mesmo compromisso com o interesse público, buscando transmitir uma visão global sobre essas questões. Entre os que já se associaram à Pública estão o Center of Public Integrity, Wikileaks, The Bureau of Investigative Journalism.</p>
<p>Acesse o site <a href="http://www.apublica.org" target="_blank">www.apublica.org</a>, leia as reportagens exclusivas produzidas por nossos parceiros e conheça melhor o nosso projeto.</p>
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		<title>Revanche: velho e novo na comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 23:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>grifo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Revanche]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos 40 anos de profissão, o dinossauro Paulo Markun se juntou à turma da Casa da Cultura Digital para trabalhar na tênue fronteira que ainda separa a velha e a nova mídia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Revanche é empresa de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Markun">Paulo Markun</a>. Aos 40 anos de profissão, o dinossauro se juntou à turma da Casa da Cultura Digital em junho de 2010 para trabalhar na tênue fronteira que ainda separa a velha e a nova mídia. A primeira empreitada foram dez debates para a Uninove, em parceria com o JD. Outros dois projetos estão sendo desenvolvidos pela Revanche na CCD: o <a href="http://markun.com.br/memoriacoletiva/">blog memoriacoletiva</a>, que recolhe material para o próximo livro de Markun e uma série de documentários sobre arquitetura brasileira.</p>
<p>Algumas informações sobre Paulo Markun:</p>
<p>Brasileiro, 58 anos, natural de São Paulo, SP, Paulo Sergio Markun é jornalista, escritor e diretor de documentários. Começou na profissão em 1971, antes mesmo de formar-se, em 1974, pela Escola de Comunicações e Artes da USP em 1974. Por dez anos, foi âncora e diretor do <em>Roda Viva</em>, o mais antigo programa de entrevistas da televisão brasileira, produzido e veiculado pela TV Cultura, uma emissora pública mantida pela Fundação Padre Anchieta. De 2007 a 2010, foi diretor-presidente da Fundação Padre Anchieta. Eleito o melhor apresentador de televisão em 1986, pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, por sua atuação no programa <em>São Paulo na TV</em>, produzido pela Editora Abril e que inovou a maneira de fazer jornalismo na TV brasileira. Eleito o melhor executivo de comunicação pelo prêmio Comunique-se em 2008.</p>
<p>Como apresentador, Markun comandou os programas <em>SPTV 2a edição</em>, da Rede Globo, <em>Oito e Meia</em>, da Rede Bandeirantes, <em>Imprensa na TV</em>, <em>Fogo Cruzado</em> e <em>Questão de Ordem</em>, na TV Gazeta, <em>Noite e Dia</em> e <em>Jornal da Manchete</em>, na Rede Manchete e <em>Jornal da Record</em> e <em>São Paulo à tarde</em>, na Rede Record.</p>
<p>Dirigiu os documentários <em>O dia da caça</em>, episódio do Globo Repórter; <em>1968 – Vinte anos depois</em>, <em>De Amores e Guerras, sobre a história da heroína brasileira Anita Garibaldi</em>;<em> Timor Lorosae – O Nascimento de uma Nação</em>, finalista da edição <em>2.000 do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro</em>;<em> AI-5 – O Dia que Não Existiu</em>; <em>Sete faces de uma guerra, o Brasil contra a Aids</em>; <em>Dor e Joá</em>. Concebeu os programas <em>Autor por Autor</em> e <em>Lá e Cá</em> para a TV Cultura.</p>
<p>Paulo Markun atuou como repórter, editor, colunista, chefe de reportagem e diretor de redação em grandes veículos de comunicação da mídia impressa: <em>DCI, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, O Globo, Jornal da República, Opinião, Jornal da Tarde</em>. Criou ainda as revistas <em>Imprensa e Radar</em>, a edição paulista do jornal <em>O Pasquim</em> e a newsletter <em>Deadline</em> – sobre negócios da comunicação. Recentemente, lançou o<em> JD</em>, site colaborativo que permite a ampla discussão de temas relevantes e que nos primeiros três meses de funcionamento já registrou mais de 1,2 milhão de visitantes únicos.</p>
<p>Tem treze livros publicados: com Getúlio Bittencourt, <em>Dom Paulo Evaristo Arns, o cardeal do povo</em>; biografia do cardeal que revolucionou a igreja em São Paulo; com Ernesto Rodrigues Mariel Mariscott,<em> a máfia manda flore</em>, história do policial-bandido assassinado no Rio de Janeiro no início dos anos 80; com outros colaboradores, <em>Vlado</em>, retrato de um homem e de uma época, relato da perseguição aos jornalistas durante a ditadura militar; <em>Como perder as eleições, ou táticas e estratégias para evitar que isso aconteça</em>, manual de marketing político; <em>Anita Garibaldi, uma heroína brasileira</em>, biografia da companheira de Giuseppe Garibaldi; com Duda Hamilton, M<em>uito além de um sonho – a história da Unisul</em> e <em>1961- Que as armas não falem</em>; <em>O Sapo e o príncipe</em>, biografia dos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula; <em>O melhor do Roda Viva</em>, coletânea das melhores entrevistas realizadas em 20 anos do programa, <em>Meu querido Vlado</em>, a história de Vladimir Herzog e do sonho de uma geração e <em>Cabeza de Vaca</em>.</p>
<p>Em 2005, Markun foi indicado para o prêmio Juca Pato, de intelectual do ano. Presidiu o Sindicato da Indústria Audiovisual de Santa Catarina e participou várias vezes de campanhas políticas como profissional de marketing. Atualmente dirige a Revanche Produções, prepara um livro sobre a história da ditadura e uma série de programas de TV para o SescTV.</p>
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		<title>Samba na Casa do Gato</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 14:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[casa do gato]]></category>
		<category><![CDATA[festa]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos toscos]]></category>

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		<description><![CDATA[A festa mensal da Casa da Cultura Digital com choro, cachaça e comidinhas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.casadaculturadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/flyer-festa1.jpg"><img class="size-medium wp-image-494 alignleft" title="flyer 13-3-2011" src="http://www.casadaculturadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/flyer-festa1-300x300.jpg" alt="flyer 13-3-2011" width="300" height="300" /></a><a href="http://www.casadaculturadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/scg.jpg"><img class="size-full wp-image-500 alignleft" style="margin-right: 100px;" title="Samba na Casa do Gato" src="http://www.casadaculturadigital.com.br/wp-content/uploads/2011/03/scg.jpg" alt="Samba na Casa do Gato" width="477" height="318" /></a></p>
<p><strong>Samba na Casa do Gato</strong> é uma festa mensal que a Casa da Cultura Digital promove para gerar conexões entre pessoas, via samba e choro, cachaça e comidinhas delícia.</p>
<p>É sempre no segundo domingo do mês, durante a tarde, com um chef convidado na cozinha, cachaça selecionada pelo projeto <a href="http://www.mapadacachaca.com.br" target="_blank">Mapa da Cachaça</a> e residência da banda Bora Barão (Klayber Varella na voz e clarinete, Flavio Rubens no clarinete e sax, Samuel Silva no violão de 7 cordas e cavaquinho, Alexandre Moura no violão de 7 cordas e cavaquinho, Tigana Macedo no pandeiro e Alysson Bruno no surdo e percussão).</p>
<p>Outra atração é a Mostra Internacional de Vídeos Toscos, selecionados após rigorosa curadoria.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Samba-na-Casa-do-Gato/117883294954859?sk=wall" target="_blank">- Página da festa no Facebook</a></p>
<p>Apareçam sempre!</p>
<p><strong>Informações:</strong></p>
<ul>
<li><strong><em>Local</em>: Casa da Cultura Digital</strong></li>
<li><strong>Rua Vitorino Carmilo, 459 – Santa Cecília</strong></li>
<li><strong>São Paulo-SP</strong></li>
<li><strong>Horário: das 13h às 19h</strong></li>
<li><strong>Entrada: R$ 5,00</strong></li>
<li><strong>Cerveja: R$ 3,00</strong></li>
<li><strong>Dose de cachaça: R$ 3,00</strong></li>
<li><strong>Refri: R$ 3,00</strong></li>
<li><strong>Comidinha: R$ 10,00</strong></li>
</ul>
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