A agência de jornalismo investigativo, Pública, fundada por Marina Amaral, Natália Viana e Tatiana Merlino, acaba de se juntar à Casa da Cultura Digital. O objetivo é produzir reportagens aprofundadas e independentes sobre temas de interesse público, que possam ser livremente reproduzidas pela mídia impressa e digital.
Inspirada nos centros de jornalismo investigativo internacionais, a ideia nasceu há alguns anos e tomou forma a partir da experiência de Natália Viana como parceira do Wikileaks, trazendo os documentos vazados para o Brasil. Percebemos nesse episódio a oportunidade de contribuir com o fortalecimento dos veículos independentes e instigar a mídia tradicional – que vem perdendo fôlego na produção da grande reportagem.
Nosso compromisso é com a defesa dos direitos da maioria da população, através da disseminação de reportagens rigorosamente apuradas sobre aplicação e desvio de dinheiro público, abuso de poder econômico, violação de direitos humanos, desigualdade social e outros temas relevantes para qualificar a democracia brasileira.
Trabalhamos com parceiros de diversos países, que tem o mesmo compromisso com o interesse público, buscando transmitir uma visão global sobre essas questões. Entre os que já se associaram à Pública estão o Center of Public Integrity, Wikileaks, The Bureau of Investigative Journalism.
Acesse o site www.apublica.org, leia as reportagens exclusivas produzidas por nossos parceiros e conheça melhor o nosso projeto.
Marina Amaral, Natalia Viana, Tatiana Marlino, Como vão todas?____Me chamo Solange e gostaria de uma rápida entrevista sobre o trabalho da Agência Pública.__Sou estudante de Jornalismo da Faculdade Anhembi Morumbi, e estou concluindo em trabalho de semestre sobre mídia digital.__O conteúdo e o propósito da Linha de edição que vocês abordam, acho bárbaro para ser levado para sala de aula como inovador !!! Por favor contribuam. Pode ser gravada e depois me enviam, mas gostaria muito de conhecer todas pessoalmente, seria em grande barato.
Se houver qualquer impedimento, por favor me informe, mas ajude-me a fazer com que este tipo de jornalismo independente, faça parte de nossos debates acadêmicos, é muito importante para a formação desses novos profissionais que estão vindo por aí.
Desde já agradeço e aguardo…. Solange
Boa tarde
Porque voçes nao investigam a verba que os ministerios gasta com publicidade.Pra que comercial de furnas????????????
Lembram do mensalao????????????????
abrx
http://www.youtube.com/watch?v=d2iy_3G213I
Na minha opinião o jornalismo independente é a forma de atenuar o controlo das massas existente nos dias actuais.
Olá gostaria se sugerir um tema.
O absurdo gigantismo da Odebrecht junto ao estado brasileiro.
A relação deste mostrinho com nossos governantes.
o estádio do corinthians, os países onde ela atua e a cereja do bolo sua nova área de atuação “defesa” ou seja armamentos, sócia de um ramo da OTAN e da Airbus, recentemente comprou uma fábrica de mísseis em são José dos Campos.
Como controlar uma empresa com uma ligação armamentista dessas.
Como dizer não a corrupção e a seus interêsses?
Sendo do interêsse de vcs estou a disposição.
Boms trabalhos.
[...] Felipe Jannuzzi and photographer Gabriela Barreto, and the group have created projects like the wikileaks-style Publica, and the Arte Fora do Museu, which is a Google Street View-based site for street art in Sao [...]
[...] Felipe Jannuzzi and photographer Gabriela Barreto, and the group have created projects like the wikileaks-style Publica, and the Arte Fora do Museu, which is a Google Street View-based site for street art in Sao [...]
[...] los gastos. Unas 100 personas trabajan en “Casa da Cultura Digital”, creando proyectos como Publica, una especial de wikileaks brasileño y un programa de Google Street View para identificar arte [...]
[...] Felipe Jannuzzi and photographer Gabriela Barreto, and the group have created projects like the wikileaks-style Publica, and the Arte Fora do Museu, which is a Google Street View-based site for street art in Sao [...]
É de fundamental importância que esse projeto siga adiante para que a liberdade de informação e de expressão, através desse exercício constante, transforme-se no vetor de avanços e mudanças na sociedade.