Revanche é empresa de Paulo Markun. Aos 40 anos de profissão, o dinossauro se juntou à turma da Casa da Cultura Digital em junho de 2010 para trabalhar na tênue fronteira que ainda separa a velha e a nova mídia. A primeira empreitada foram dez debates para a Uninove, em parceria com o JD. Outros dois projetos estão sendo desenvolvidos pela Revanche na CCD: o blog memoriacoletiva, que recolhe material para o próximo livro de Markun e uma série de documentários sobre arquitetura brasileira.
Algumas informações sobre Paulo Markun:
Brasileiro, 58 anos, natural de São Paulo, SP, Paulo Sergio Markun é jornalista, escritor e diretor de documentários. Começou na profissão em 1971, antes mesmo de formar-se, em 1974, pela Escola de Comunicações e Artes da USP em 1974. Por dez anos, foi âncora e diretor do Roda Viva, o mais antigo programa de entrevistas da televisão brasileira, produzido e veiculado pela TV Cultura, uma emissora pública mantida pela Fundação Padre Anchieta. De 2007 a 2010, foi diretor-presidente da Fundação Padre Anchieta. Eleito o melhor apresentador de televisão em 1986, pela Associação Paulista dos Críticos de Arte, por sua atuação no programa São Paulo na TV, produzido pela Editora Abril e que inovou a maneira de fazer jornalismo na TV brasileira. Eleito o melhor executivo de comunicação pelo prêmio Comunique-se em 2008.
Como apresentador, Markun comandou os programas SPTV 2a edição, da Rede Globo, Oito e Meia, da Rede Bandeirantes, Imprensa na TV, Fogo Cruzado e Questão de Ordem, na TV Gazeta, Noite e Dia e Jornal da Manchete, na Rede Manchete e Jornal da Record e São Paulo à tarde, na Rede Record.
Dirigiu os documentários O dia da caça, episódio do Globo Repórter; 1968 – Vinte anos depois, De Amores e Guerras, sobre a história da heroína brasileira Anita Garibaldi; Timor Lorosae – O Nascimento de uma Nação, finalista da edição 2.000 do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro; AI-5 – O Dia que Não Existiu; Sete faces de uma guerra, o Brasil contra a Aids; Dor e Joá. Concebeu os programas Autor por Autor e Lá e Cá para a TV Cultura.
Paulo Markun atuou como repórter, editor, colunista, chefe de reportagem e diretor de redação em grandes veículos de comunicação da mídia impressa: DCI, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, O Globo, Jornal da República, Opinião, Jornal da Tarde. Criou ainda as revistas Imprensa e Radar, a edição paulista do jornal O Pasquim e a newsletter Deadline – sobre negócios da comunicação. Recentemente, lançou o JD, site colaborativo que permite a ampla discussão de temas relevantes e que nos primeiros três meses de funcionamento já registrou mais de 1,2 milhão de visitantes únicos.
Tem treze livros publicados: com Getúlio Bittencourt, Dom Paulo Evaristo Arns, o cardeal do povo; biografia do cardeal que revolucionou a igreja em São Paulo; com Ernesto Rodrigues Mariel Mariscott, a máfia manda flore, história do policial-bandido assassinado no Rio de Janeiro no início dos anos 80; com outros colaboradores, Vlado, retrato de um homem e de uma época, relato da perseguição aos jornalistas durante a ditadura militar; Como perder as eleições, ou táticas e estratégias para evitar que isso aconteça, manual de marketing político; Anita Garibaldi, uma heroína brasileira, biografia da companheira de Giuseppe Garibaldi; com Duda Hamilton, Muito além de um sonho – a história da Unisul e 1961- Que as armas não falem; O Sapo e o príncipe, biografia dos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula; O melhor do Roda Viva, coletânea das melhores entrevistas realizadas em 20 anos do programa, Meu querido Vlado, a história de Vladimir Herzog e do sonho de uma geração e Cabeza de Vaca.
Em 2005, Markun foi indicado para o prêmio Juca Pato, de intelectual do ano. Presidiu o Sindicato da Indústria Audiovisual de Santa Catarina e participou várias vezes de campanhas políticas como profissional de marketing. Atualmente dirige a Revanche Produções, prepara um livro sobre a história da ditadura e uma série de programas de TV para o SescTV.
e as demissões na cultura? vai comentar?
Caro, não sou eu quem deve comentar. abs
Velho e novo são conceitos ultrapassados. Não vejo nada mais novo que o conhecimento dos filósofos de dois milênios atrás. Exemplo claro é o de Matrix e o mito da caverna de Platão. Chaplin: “uma piada nunca fica velha, pq…”. Eu sei para onde vcs estão indo. Sei onde vai dar a convergência. Saber qual o ponto de convergência ajudaria os jovens senhores a chegar faster. Vi a matéria na Globo News em 18/10/2011. Lanço-lhes um desafio. O desafio de convergir forças, como uma lente de foco que concentra a força solar. Contatem-me. Abraços.
Verdade em muitos casos, Sérgio. Lembro sempre do monólogo final do Blade Runner, em que o galã voa ao lado da robô linda e diz: Deckard (voice-over): Gaff had been there, and let her live. Four
years, he figured. He was wrong. Tyrell had told me Rachael was
special: no termination date. I didn’t know how long we had together,
who does?
Caro Paulo, a alguns anos estive em uma matéria na cultura sobre pioneirismo no comercio eletrônico com o case da Closet, camisaria sob medida digital.
Estou lhe escrevendo pois estou envolvido com outras pessoas em um novo projeto que acredito tenha tudo a ver com a CCD, tentei um contato com a Esfera para uma rápida conversa para trocar uma ideia sobre o plano que acreditamos pode vir a ser uma nova maneira de se praticar a politica, como não tive resposta estou apelando a você por que acredito realmente que vai interessa-los.
Se puder me receber para um café, gostaria muito de conhecer o espaço e lhe expor os princípios do projeto e as pessoas envolvidas.
Grato,
Rogério Schandert.
Rogério, desculpe a demora. Se você quiser ainda falar sobre o assunto, me ligue semana que vem – estou fora de Sp. 31515075. abs
Meu caro,
Sou o editor do Cadernos Conib, da Confederação Israelita do Brasil, e gostariamos que você escrevesse um perfil do Herzog para o nosso próximo número. Por favor, se aceitar, entre em contato conosco pelo e-mail hbv@uol.com.br ou pelos telefones 11 5561-0537 e 11 98555-5634.
Aguardo,
Um abraço,
Henrique Veltman