Esta pesquisa procurou mapear produtores de vídeo livre no Brasil e apresentar quais são seus principais desafios. Uma vez que a distribuição de vídeo via Internet se torna cada vez mais comum, é preciso analisar a apropriação da tecnologia envolvida no processo.
O memeLab foi responsável pela coleta de entrevistas, cruzamento de dados da pesquisa e realização de um vídeo com depoimentos de alguns dos expoentes e apoiadores do vídeo livre no Brasil. Para difusão dos resultados, implementamos um hotsite em HTML5 para disponibilizar o material na íntegra para o público.
Pesquisa realizada por Andressa Vianna, Angelo Moscozo e Juliana Protásio, do memeLab, para a Open Video Alliance, através do iCommons, sob encomenda da Ford Foundation.
Acesse a pesquisa: http://pesquisa.videolivre.org.br/
ola amigos, acho que faltou o cinegraffiti, me trabalo relancado no Youtube recentemente. Sim, eu tenho algumas ideias que questiona o livre?? o cinegraffiti busca ter alguns paradgmas. Acessm e estou a disposicao para conversarmos.
att,
SB
engraçado que é a mesma discussão bque tinhamos lá em 1980 e antigamente, antes até da fundação da ABVP, pra quem é garoto novo não conhece a associcação brasileira de video. independente era oo termo cool da época , mas independente de que??? do dinheiro de financiamento das redes de TV já que antes dos anos 2000 equipamento para fazer video era caro, caríssimo, nao se fazia nada sem apoio e financiamento da TV e afins. montagem então era dificilimo já que não havia computador e tinhamos que usar ilhas analogico lineares..hoje é tudo mais facil dá até para chamar de video livre…mas livre de que? de uma ideia na cabeça??? peço que vejam meus trabalhos que estao no youtube e foram os primeiros videos realizados na favela da Rocinha. qualquer coisa estou as ordens…
Olá Sônia. O gênero dos vídeos nesta pesquisa não foram nosso foco principal, estávamos tratando mais dos aspectos técnicos para depois contextualizar no cenário brasileiro de políticas públicas para o vídeo e cultura livre.
Se você quiser desenvolver um argumento sobre o cinegraffiti e o vídeo livre, será muito interessante para enterdermos melhor do que se trata.
Você pode utilizar a hashtag #videolivre para relacionarmos no site da Aliança. http://videolivre.org.br/ Se preferir, mande um email pra conversarmos melhor. abraços.
Olá Vicente.
O vídeo livre institui-se principalmente a partir do vídeo digital e dos preceitos de liberdade de informação que vieram junto às discussões da cibercultura…E estamos falando em pelo menos 1970.
E essa época traz inclusive o conceito cool de “independente” ….
Mas como vc mesmo citou, até que o vídeo chegasse às mãos das pessoas “comuns” , já discutiam-se estes princípios de liberdade da informação em um leque maior: o questionamentos de autoria e publicação (e o uso de pseudônimos
, folhetins, lunários perpétuos, jornais…..até a construção da internet e o questionamentos de patentes de ferramentas, protocolos, softwares, padrôes…
E é a partir do vídeo digital e a “era Youtube” que começamos à elevar a discussão do vídeo fora dos padrôes tradicionais e restritivos do cinema e TV. Quando a Rocinha (seus moradores) fez seu próprio vídeo e publicaram na internet.
Vídeo livre trata de apropriação tecnológica e de linguagem do vídeo. Mas o termo não pretende ficar fechado em si, estamos em transformação social do uso do vídeo.
Faço o mesmo convite se quiser de escrever um email sobre para conversarmos mais ou publicar um argumento sobre o #videolivre
Muito legal esse projeto. Eu sou um produtor de video livre de Brasília. Por incrível que pareça, uma das maiores dificuldades é ter janela de exibição. Por mais profissionais que sejam os videos, é difícil encontrar um local para escoar as produções, ou manter uma divulgação forte na web se não há dinheiro envolvido.